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quinta-feira, 29 de maio de 2008

Europa diz não ao "escudo espacial"

  Declaração do Porta-voz Europeu apelando à solidariedade europeia com Jan Tamas e outros ativistas em greve de fome para denunciar à instalação de uma base radar dos EUA na República Checa.  

Jan Tamas (porta-voz do Movimento de Oposição às bases radar) e Jan Bednar com os meios de Comunicação Social em Praga, República Checa.   Tamanho do texto  + A  - A Apresentado como um sistema de defesa contra os possíveis ataques de mísseis iranianos, o projecto dos Estados Unidos NMD – sistema missilístico nacional, conhecido como "escudo espacial", é, na realidade, uma arma ofensiva e aponta à militarização e ao controlo do espaço. Como sustém Noam Chomsky, "a instalação por parte dos Estados Unidos de um sistema de defesa missilístico na Europa Oriental é praticamente uma declaração de guerra, um instrumento para o domínio global".

O projecto está rodeado de mistério com acordos secretos entre os Estados Unidos e diferentes países europeus, deixando de lado a opinião pública e os próprios parlamentos. A Europa não conseguiu dar uma resposta unitária, coerente e não violenta à política agressiva dos Estados Unidos e a sua inércia contribuiu para empurrar a Rússia, que se sente directamente ameaçada pelo projecto norte-americano, para o caminho do rearmamento, recreando uma atmosfera de "guerra fria".

Num momento de crise económica mundial, onde até o custo dos alimentos cresce incrivelmente e se privatiza perigosamente a educação e a saúde, é uma loucura gastar milhões de euros com a guerra e a produção de novas armas. Num momento tão difícil da história mundial, a Europa não deve apoiar nenhuma política que empurre o planeta para a catástrofe: aqui está em jogo a vida de milhões de pessoas. Está em jogo o próprio futuro da humanidade. Não podemos permitir aos nossos políticos que apoiem a absurda intenção dos Estados Unidos de transformar a Europa num teatro de uma possível guerra nuclear.

Justamente nestes dias, a Europa está a assistir com silencioso consenso à ocupação militar que os Estados Unidos estão a fazer na República Checa. Expressamos a nossa solidariedade com o humanista Jan Tamas que, na República Checa, começa uma greve de fome para pedir que seja respeitada a vontade de 70% da população e que o tema da instalação de uma base militar dos Estados Unidos em território checo seja decidido democraticamente através de um referendo.

Pedimos, portanto, a cada Governo e ao Parlamento Europeu que tomem uma posição clara e decidida, negando-se a apoiar o projecto do escudo espacial porque põe em perigo a paz e a coexistência dos nossos povos.

Não queremos novas bases militares de potências estrangeiras no território europeu nem a ampliação das que já existem. Queremos a eliminação de todos os arsenais nucleares.

 
Giorgio Schultze
Porta-voz Europeu do Novo Humanismo




NO RADAR: ONLINE PETITION
www.nenasili.cz

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terça-feira, 27 de maio de 2008

Carta dos Porta-vozes sobre a Campanha Mundial

Campanha mundial contra o projeto de "escudo espacial" e para o desarmamento proporcional e simultâneo.

O projeto de DMN dos Estados Unidos das Américas - seu sistema de defesa de mísseis nucleares - é um projecto muito complexo que envolve a produção de novas armas e E.U. a instalação de bases militares em diferentes partes do planeta. Em especial, na Europa, o primeiro passo é instalar um sistema de radar na República Checa, assim como uma base de interceptação de mísseis na Polônia.

É evidente que as reações dos governos da Rússia e da China recriam uma atmosfera de "guerra fria". As tensões internacionais estão aumentando e uma nova corrida armamentista (tanto convencionais e nucleares), foi reiniciada.

Ainda que o projeto da Administração Bush seja apresentado como uma defesa contra a ameaça dos mísseis do Irão ou da Coréia do Norte, nós o vemos como uma primeira arma de ataque para permitir aos E.U.A iniciar um ataque nuclear contra qualquer país do mundo. A instalação deste sistema é o primeiro passo para ganhar controle militar sobre o espaço. Tal como Noam Chomsky argumenta, "a instalação por parte dos Estados Unidos de um sistema de defesa antimísseis no Leste Europeu é praticamente uma declaração de guerra, um instrumento de dominação mundial."

Estamos solidários com os dois corajosos jovens humanistas Checos Jan Tamas e Jan Bednar, que desde 13 de maio de 2008 se encontram em greve da fome em Praga, para pedir que a vontade dos dois terços da população checo seja respeitada e que o assunto de instalar uma base militar dos E.U.A em território checo se submetta a um referendo, instrumento essencial de toda democracia real. Muitos outros estão se unindo a seu protesto em toda a Europa e em todo o mundo, através de jejuns, diversas ações de protesto e organizando ações comuns mais enérgicas

Num momento de crise mundial, em que milhões de seres humanos carecem da possibilidade de alimentar-se, é irresponsável gastar centenas de milhares de milhões de dólares com a guerra e com a produção de novas armas. É aberrador o aumento dos gastos militares nos últimos tempos, assim como o acordo da OTAN com os E.U.A no seu projeto belicista.


Em um momento tão difícil na história mundial, as pessoas comuns não apoiam nenhuma política que empurre o planeta para a catástrofe. Deve converter-se em tarefa de cada pessoa corajosa o fazer todo o possível para evitar uma possível guerra nuclear e, portanto, impedir ao Governo dos Estados Unidos das Américas o controle militar e nuclear sobre o espaço.


Além disso, parece-nos uma piada e uma grosseira manipulação por parte de grandes instituições financeiras, como o Banco Mundial, liberar várias centenas de milhões de dólares para estabilizar os preços dos alimentos, sabendo que esses montantes não constituem nem o 0,1 por cento dos gastos anuais mundiais para armamentos! É tempo para que todos os povos do mundo peçam com força para que esta vergonha se acabe e para que a produtividade e a criatividade da espécie humana sejam investidas em superar a dor eo sofrimento humano, em vez de produzir ganhos para uma minoria que agora pretende ter o total controle sobre o planeta.


Apelamos a cada um dos governos do planeta para que tomem uma posição clara e decidida, negando-se em apoiar o projeto do escudo espacial porque ameaça a paz e a convivência dos povos da nossa terra e porque ameaça até mesmo a própria sobrevivência da nossa espécie. Pedimos que cada governo do mundo expresse seu rechaço decidido à tentativa do governo dos E.U.A. de dominar todo o planeta e a humanidade inteira e que estes se ponham de acordo com um plano de desarmamento proporcional e simultânea entre os diferentes países do mundo.


Não queremos novas bases militares ou ampliação das já existentes, nem na Europa nem em outras partes do mundo. Queremos a eliminação de todos os arsenais nucleares, como um primeiro passo para o desarmamento total do nosso planeta.


É tempo de realizar o sonho milenário dos melhores dos nossos antepassados, é hora de ouvir as vozes dos bilhões de homens e mulheres da nossa terra: que as melhores aspirações dos seres humanos sejam realizadas e que, finalmente, a não-violência seja o comportamento dominante, e se faça a paz.

27 de maio de 2008

Giorgio Schultze, Itália
Europeu porta-voz do Novo Humanismo

Ivan Andrade, Moçambique
Porta-voz do Humanismo em África

Chris Wells, E.U.A.
Porta-voz do Novo Humanismo na América do Norte

Sudhir Gandotra, a Índia
Porta-voz do Novo Humanismo na Ásia-Pacífico

Tomas Hirsch
Porta-voz do Humanismo na América Latina


Como primeiro passo, convidamos todos os simpatizantes a assinar a petição on-line, que é encontrado em www.nonviolence.cz.
Até o momento existem cerca de 17 000 assinaturas de todos os países do mundo fora os da República Checa, e certamente nós podemos aumentar muito esse número se levantarmos esta questão como um dos aspectos prioritários em todas as partes do mundo.

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segunda-feira, 19 de maio de 2008

Pedido de Apoio a Greve de Fome dos Humanistas da Rep. Checa

Informe sobre a Campanha "Gerra das Galáxias"
Tami e Honza estão no sétimo dia de Greve de fome, por agora estão bem ainda que começaram a ter algumas moléstias, porem estão convencidos de continuar enquanto seu protesto não seja escutado.
Os meios de comunicação reagiram, em primeiro lugar, com uma campanha contra nós, degradando a campanha.
Ontém com um bom serviço na TV nacional. A sensação é que não sabem o que fazer agora.
Recebemos mensagens de apoio de todo o mundo, inclusive de Noam Chomsky:
Na Europa o protesto já começou em muitas cidades:
Muitos nos perguntam de que maneira podem apoiar. Pensamos que uma campanha tão grande, que se move para evitar o desastre nuclear, necessita do esforço e da criatividade de todos, necessita que se desenvolva no país de cada um e não só como apoio a República Checa.
Em todos os casos seria um apoio interessante se:
- todos os organismos e frentes enviem as cartas de protesto que estão circulando
- os Humanistas enviem um telegrama ao governo de seus países pedindo sua intervenção e que se posicionem sobre este tema.
- aumentam notávelmente o número de assinaturas online aqui: www.nonviolence.cz
Também é muito útil receber fotos e informes das atividades eventuais que estão sendo realizadas, assim como mensagens de apoio de outras organizações e/ou de personalidades.
Estamos atualizando diariamentes as últimas informações neste website: http://nenasili.cz/es
Indubitávelmente a campanha pelo desarmamento nuclear se desenvolverá amplamente nos próximos meses, mas se queremos "usar" o esforço dos nossos amigos, temos que fazê-lo nas próximas horas.


Informe para poneros al día sobre la campana contra la "guerra de las galaxias".

Tami y Honza están en el settimo día de huelga, por ahora etán bien aunque empiezan a tener algunas molestias, pero están convencidos de continuar mientras su protesta no sea escuchada.

Los medios de comunicación han reaccionado en primer lugar con una campana contra nosotros. Luego degradando la cosa. Ayer con un buen servicio en la TV nacional. La sensación es que no saben qué hacer ahora .

Recibimos mensajes de apoyo de todo el mundo. Interesante aquel de Chomsky.
http://www.nenasili.cz/es/1105_noam-chomsky-apoya-la-huelga-de-hambre-de-jan-tamas-y-jan-bednar
En Europa la protesta se ha iniciado en muchas ciudades.
http://www.nenasili.cz/es/1087_campaña-en-europa

Muchos nos preguntan de qué manera pueden apoyar. Piensamos que una campana tan grande, que se mueve para evitar el desastre nuclear, necesita del esfuerzo y la creatividad de todos, necesita que se desarrolle en el País de cada uno y no sólo como apoyo a la República checa.

En todos los casos sería un apoyo interesante si:
- todos Organismos y frentes mandan las cartas de protesta que han circulado
- los humanistas mandan un telegrama a su propio Gobierno pidiéndole su intervención y que se posicione sobre este tema.
- aumentan notablemente el número de las firmas online. www.nonviolence.cz
Muy útil es también recibir informaciones breves con foto de eventuales actividades que se están realizando, mensajes de apoyo también por parte de otras organizaciones y personajes.

Siempre tratamos de tener al día las informaciones en el web: http://nenasili.cz/sp
Indudablemente la campana por el desarme nuclear se desarrollará ampliamente en los próximos meses, pero si queremos "usar" el esfuerzo de nuestros dos amigos, tenemos que hacerlo en las próximas horas.

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segunda-feira, 5 de maio de 2008

Contra o relançamento da Quarta Frota dos EUA

Presidenta do Conselho Mundial da Paz condena relançamento da Quarta Frota norte-americana e presença de porta-aviões nuclear no Brasil

"O anúncio da recriação da Quarta Frota norte-americana, destinada a realizar missões navais agressivas nas regiões do Caribe, América Central e América do Sul é uma grave ameaça à paz, à segurança e à soberania de todos os povos e nações da América Latina. Recentemente, ao respaldar a ação militar da Colômbia em território equatoriano, o governo estadunidense intentou dar vigência em nosso continente aos pressupostos da guerra preventiva, uma doutrina fascista a serviço do terrorismo de Estado.

Agora, com o restabelecimento da Quarta Frota, os Estados Unidos fomentam a militarização do continente, a corrida armamentista e a ameaça nuclear, porquanto a Quarta Frota será equipada com porta-aviões nuclear. Tal medida merece o nosso mais veemente repúdio. É o que se espera também dos governos progressistas, dos movimentos populares e das lideranças patrióticas de toda a região.

A preocupação e o nosso protesto se estendem também à realização na costa brasileira dos exercícios navais conjuntos entre os Estados Unidos, a Argentina e o Brasil, na 49ª edição da operação UNITAS. Durante 12 dias belonaves estadunidenses, a propulsão nuclear e equipadas com artefatos nucleares, realizaram manobras militares em águas territoriais brasileiras, tendo como principal equipamento o porta-aviões nuclear George Washington, considerado a maior arma de guerra dos Estados Unidos, que transporta em seus aviões de seis a 10 bombas nucleares, torpedos nucleares, inclusive Tomahawks e bombas nucleares de profundidade. A consciência patriótica não pode aceitar tais exercícios como atos de rotina. Seu caráter é agressivo.

Sua existência e realização freqüente aviltam a soberania dos países que deles participam e lhes servem como cenário de operações.
O relançamento da Quarta Frota norte-americana como força intervencionista agressiva e a realização de exercícios militares no Atlântico Sul fazem parte da política de guerra do imperialismo norte-americano, contra a qual se ergue a consciência democrática, independentista e pacifista dos povos latino-americanos, assim como do movimento pela paz na região e em todo o mundo".

Socorro Gomes, presidenta do Conselho Mundial da Paz
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Campanha pelo Desarmamento Nuclear

Comissão de Paz e Não-Violência

Regional Humanista Européia

Armas nucleares

O Tratado de Não-Proliferação Nuclear (NPT) foi efetivado em 1970, ratificando um acordo entre os países nucleares (nesse momento EUA, União Soviética, Gran Bretanha, França e China) e todos os demais. Estes últimos se comprometeram a renunciar as armas nucleares e também foram os primeiros que se comprometeram a desmantelar seus arsenais e não incrementar seus equipamentos ou aumentar o seu poder com novas tecnologias. O tratado também decreta o direito de todos os países de desenvolverem programas nucleares civis, sob o controle da IAEA (Agência Internacional de Energia Atômica).

De acordo com os dados oficiais, os Estados Unidos admitiram ter 10.500 bombas, Rússia 20.000, Gran Bretanha 185, França 450 e China 400.

De 1970 a 2000 somente três países (Israel, Índia e Paquistão) se converteram em potências nucleares, se bem que Israel nunca admitiu oficialmente possuir um arsenal nuclear e por isso ficou de fora do Tratado de Não-Proliferação. Segundo Hans Blix, antigo inspetor chefe de armamento da ONU, supõem-se que Israel tenha em posse 200 armas nucleares.

Muitos países ratificaram o tratado e alguns, como a África do Sul e Kazaquistão, assinaram e eliminaram seus arsenais. Durante os anos 90, os acordos entre os EUA e a Rússia se dirigiram para o desmantelamento de milhares de cabeças nucleares táticas (ou os mísseis balísticos intercontinentais de ogivas múltiplas).

Mas nos últimos anos as coisas mudaram. Em maio de 2005 a 7ª Conferência de Revisão do NPT fracassou, e os representantes de 188 países não chegaram a um acordo baseado num documento comum. A principal razão para este fracasso foi o rechaço dos EUA a criar uma zona sem armamento nuclear no Oriente Médio e a negativa das cinco potências nucleares de formular e respeitar um plano com prazos precisos para o desarmamento total. Desde então os Estados Unidos e seus aliados estão violentando o tratado, e acusam ao Irã e a Coréia do Norte de fazer o mesmo. Com isso a escalada para o rearmamento nuclear começou: Rússia está planejando uma terceira geração de submarinos atômicos e, em 2004, realizou 16 explosões experimentais de mísseis balísticos. A Gran Bretanha projeta novas bombas nucleares para seus quatro submarinos Trident (cada um deles têm o poder de 384 bombas de Hiroshima) e os Estados Unidos, além de ter uma frota de 18 submarinos, está desenhando pequenas bombas para usar no campo de batalha e outras que podem penetrar profundamente na terra. Eles também declaram que o compromisso de não usar bombas nucleares, em primeiro lugar, deixou de existir. Recentemente o presidente francês, Jac Chirac não excluiu a hipótese de usar armas nucleares contra os estados que queiram atacar a França com suas ações terroristas.

A OTAN atua fora dos acordos de Não-Proliferação, violando-os abertamente. Os Estados Unidos colocaram umas 480 bombas em suas oito bases, em seis países europeus da OTAN, 150 na Alemanha, en Büchel e Ramstein; 20 na Bélgica, em Kleine Brogel; 20 na Holanda, en Volkel; 110 na Gran Bretaña, en Lakenheath; 90 na Itália, em Avino e Ghedi Torre; 90 na Turquia, en Incirlik.

Em outras quatro bases da Alemanha, Grécia e Turquia, as armas foram retiradas, mas podem ser postas novamente ali, se for necessário. As bombas estão atribuídas aos países "hóspedes" e seu lançamento é tarefa de suas forças áreas nacionais.

Apesar das reduções realizadas durante os anos 90, ficaram ao redor do planeta mais de 30.000 cabeças nucleares, suficientes para destruí-lo 25 vezes.

Propostas

O objetivo final é o desarmamento nuclear global e a eliminação total das bombas e arsenais nucleares.

Hoje existem várias zonas nucleares livres no mundo (América do Sul, Pacífico Sul, Ásia Oriental, África, Ásia Central e continente Antártico). Países como a Mongólia e Áustria se declaram, assim mesmo, zonas livres e, ao redor de 100 estados, rechaçam as armas nucleares. Os passos intermediários para cegar ao objetivo final pode ser:

1 Renovação das negociações para a desaparição das armas e experimentos nucleares.

2 Pressão sobre países como Índia, Paquistão e Israel, que agora está fora do NPT, para ratificar o tratado.

3 A definição de um plano de desarmamento proporcional e progresivo, com prazos para o desmantelamento, inspeções e controles. As potências nucleares devem ser obrigadas a respeitá-lo e a ONU debe supervisionar o respeito ao tratado e a aplicação de possíveis sanções.

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