segunda-feira, 21 de julho de 2008
Vídeo da Estudante que jogou água na Ministra da Educação do Chile
terça-feira, 24 de junho de 2008
Deliberações da Greve dos Professores de SP
A GREVE CONTINUA!
Os cerca de 60 mil professores que participaram da assembléia geral
estadual, realizada na sexta-feira, 20, no vão livre do MASP, na
avenida Paulista, rejeitaram a proposta de reajuste – de até 12% --
anunciada pelo governo na quinta-feira, e decidiram manter a greve
iniciada dia 13, exigindo a revogação do Decreto 53037 e da Lei 1041.
Além disso, os professores reivindicam um reajuste que reponha as
perdas salariais acumuladas desde 1998 – que chega a um índice de 35%
--, a incorporação imediata de todas as gratificações, extensiva aos
aposentados, e o fim da política de bônus. Estudos realizados pela
subseção do Dieese, a arrecadação do ICMS vem batendo recordes, o que
possibilita ao governo incorporar todas as gratificações imediatamente
e ainda oferecer um índice de reajuste aos professores. Ou seja,
dinheiro há. O que falta é vontade política para melhorar a Educação
Pública no Estado de São Paulo.
A APEOESP mantém ainda a reivindicação pela realização de concurso
público estadual classificatório, considerando-
de cada docente.
Ao final da assembléia, a APEOESP participou, na Praça da República,
do ato unificado da Educação, junto com o CPP, a Udemo, a APAMPESP, a
Afuse e a APASE. Estas entidades devem realizar assembléias a partir
desta semana.
Calendário aprovado:
* Dias 23, 24 e 25: visita às escolas e reunião com pais
* Dia 24: Audiência Pública "Direito à Vida: a Lei 1041 e as
doenças profissionais dos professores"
* Dia 26: assembléias regionais (as subsedes devem obedecer a data
para a realização de assembléia)
* Dia 27: Assembléia Geral Estadual, às 15 horas, no vão livre do MASP
Nossas reivindicações:
* Revogação do Decreto 53037 e da Lei 1041
* Reajuste salarial já, que reponha as perdas salariais
* Incorporação das gratificações aos salários com extensão aos
aposentados
* Realização de concurso público classificatório para todas as
disciplinas
* Um novo Plano de Carreira;
* Fim da aprovação automática;
* Liberdade de cátedra;
* Extensão do ALE para todas as unidades;
* Gestão democrática e autonomia da escola;
* No máximo 35 alunos por sala;
* Melhores condições de trabalho;
* Garantia de emprego e estabilidade a todos os professores.
DIA 27 DE JUNHO – 15 HORAS – VÃO LIVRE DO MASP
Por Favor:
repassem para o maior número de pessoas que puderem estas informações!!!
Postado por Laís às 20:11 0 comentários Links para esta postagem
ATENÇÃO!!! Audiência pública terça feira, Pelo direito à vida!!
Senhores professores, senhoras professoras,
Por solicitação da APEOESP, será realizada no dia 24 de junho, terçafeira,
das 14 às 18 horas, no auditório Franco Montoro da Assembléia
Legislativa do Estado de São Paulo (avenida Pedro Álvares Cabral, 201 –
Andar Monumental – Ibirapuera – São Paulo Capital), audiência pública
sobre "Direito à Vida: a Lei 1041/2008 e as doenças profissionais do
professores"
Como é amplamente conhecido, a Lei 1041/2008, de autoria do governador
José Serra, limita a 6 (seis) faltas abonadas ao ano o direito dos
servidores estaduais a consultas médicas e tratamentos de saúde. Se este
é um ataque violento aos direitos de todo o funcionalismo, é
particularmente
grave no caso dos professores e professoras, vítimas de diversas
doenças profissionais.
Pesquisa realizada pelo Centro de Estudos e Pesquisas da APEOESP,
em conjunto com a subseção do DIEESE/APEOESP corroborou resultados
de outras pesquisas sobre a saúde do professor, demonstrando que a
categoria é atingida por doenças como LER, tendinites, depressão,
problemas
de voz, entre tantas outras enfermidades decorrentes das más condições
de trabalho que lhes são impostas nas unidades escolares.
O governo estadual pretende resolver o problema das faltas de professores
punindo os profissionais com a restrição do abono de ponto
para tratamentos médicos quando deveria, isto sim, assegurar condições
adequadas de trabalho nas escolas e atendimento médico adequado a
todos e todas.
Pelo exposto, devemos comparecer em peso à audiência pública do
dia 24 de junho, para que possamos manifestar nossa insatisfação e nossos
pontos de vista sobre as medidas tomadas pelo governo estadual, assim
como discutir com os órgãos estaduais e federais que foram convidados
a participar do debate (todos com estudos realizados a respeito da
saúde dos professores) as implicações destas medidas e os encaminhamentos
para a sua solução.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
UnB aprova eleições paritárias
Textos: Voto paritário e a disputa pelo poder | A Paridade em 2 minutos | Manifesto pelo Voto Universal
Editoriais Anteriores: Ocupação na UnB derruba Reitor, derruba Vice e segue na Luta | Estudantes ocupam a reitoria da UnB | Estudantes da UnB ocupam reitoria | Confeiteir@s Sem Fronteiras homenageam reitor da UnB | Estudantes ocupam reitoria em busca de democracia
terça-feira, 20 de maio de 2008
REITORIA DA USP QUEBRA ACORDO DE DESOCUPAÇÃO DE 2007
Mensagem enviada pelo Sindicato dos Trabalhadores da USP - SINTUSP.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Professores latino-americanos são censurados em tempos de democracia aparente
Enviado por Diego Chaves e Fabíola da Rede de Educação Humanista
Professores brasileiros têm se organizado para protestar contra uma norma do estado de São Paulo que impede funcionários públicos de se expressarem livremente. Criada na época da Ditadura e até hoje vigente, a chamada "lei da mordaça", Estatuto do Funcionalismo Público paulista traz, no seu artigo 242, a proibição, aos professores, e demais servidores públicos estaduais, de se manifestarem criticamente pela imprensa sobre atos da administração pública e autoridades constituídas. Como se não bastasse, o Estatuto dos Funcionários Púbicos do Município de São Paulo contém artigo que traz a mesma proibição aos professores municipais. "A permanência de legislação como essa faz perdurar a prática discriminatória, desumana e reprodutora de modelos ultrapassados de alienação e servidão no ensino público", afirma uma professora pública que, diante do risco de ser legalmente punida, não pôde ser identificada.
Frente à constante ameaça de punição aos professores que manifestem opiniões, a escola como impulso à transformação social por meio de visão crítica do mundo se torna um sonho cada vez mais distante do real. A Rede de Educação Humanista declarou apoio à luta dos professores porque acredita na educação como base para a construção de uma sociedade mais humana, justa, solidária e contrária ao retrocesso do autoritarismo. Nesse sentido, os humanistas acreditam que a educação deve proporcionar liberdade e desenvolvimento pleno do indivíduo em todas as suas potencialidades, enquanto ser humano crítico, ético e criativo.
"As pessoas que acreditam na educação como instrumento transformador devem ter liberdade para exigir que a escola seja espaço de negação a qualquer tipo de violência, coerção, distinção, submissão ou passividade", opina a mesma professora obrigada ao anonimato. A Rede de Educação Humanista partilha desse posicionamento e acredita que somente com livre expressão de idéias, alegria, democracia legítima e justiça a transformação social necessária poderá ser alavancada.
Argentina: Governo portenho proíbe que os docentes falem com a imprensa
O Ministério de Educação da Cidade de Buenos Aires sancionou uma resolução destinada aos diretores e professores portenhos e assinada pelo diretor geral de Educação, Luis Maria Rodriguez, que impede que os docentes realizem declarações aos meios de comunicação de massa. A norma determina que todo meio de comunicação que queira fazer uma nota sobre qualquer escola portenha deverá entrar em contato com a assessoria de imprensa para que seja atendido pelo pessoal especializado.
"Antes falávamos com a mídia, mas chegou a ordem do Ministério dizendo que já não podemos deixar os jornalistas entrarem, nem dar declarações, e temos que destina-los à assessoria de imprensa. Além disso, o governo de Macri cortou um subsídio para a manutenção de nossa escola em seis mil pesos. Desse modo, para a fotocopiadora e para realizar qualquer conserto ou limpeza do tanque de água, temos que utilizar dinheiro da cooperadora escolar, que representa fundos próprios. Mas, tudo isso não podemos dizer abertamente porque não nos deixam falar", disse um docente de uma escola de Palermo que, por razões óbvias, preferiu não revelar seu nome.
A norma que o Ministério portenho fez circular também contém um memorando emitido pela Subsecretaria de Inclusão Escolar e Coordenação Pedagógica, que impede os docentes a saídas das escolas para qualquer tipo de reunião: "Conforme o enfoque de gestão adotado por esse Ministério, não serão autorizadas atividades que impliquem em saídas dos docentes e diretores em horário escolar, com exceção daqueles que foram expressamente aprovados pela Direção Geral de Educação de Gestão Estatal, dependente desta Subsecretaria, ainda quando a solicitação venha de outras unidades de Organização dependentes deste Ministério".
O secretário geral da UTE Capital (Unión de Trabajadores de la Educación), Francisco Nenna, denunciou: "Temos reuniões com jornadas de reflexões entre os docentes e diretivos das escolas para tratar a problemática educativa, a planificação institucional e curricular, bem como intercambiar opiniões e idéias sobre o trabalho, e isso também é previsto como proibição pelo Ministério da Educação. O memorando determina que os delegados de sindicatos não podem se reunir nem sair dentro do horário de seu trabalho, o que é um direito adquirido pelos sindicatos a mais de 100 anos". "O espírito da resolução e do memorando é fazer com que os meninos estejam o tempo todo com seus professores", retrucou o subsecretário de Inclusão Escolar e Coordenação Pedagógica, Walter Bouzada Martinez.
"É uma loucura que nós, professores que trabalham em turnos de manhã e à tarde, tenhamos fôlego para seguir nos formando à noite, fora do horário escolar. Meu temor é que consigam que os docentes deixem de se capacitar", disse o diretor da escola de Palermo.
O impresso Crítica Argentina publicou nota em que docentes e diretores de uma escola denunciaram o regresso às aulas de um professor com antecedentes de abuso e maltrato físico a seus alunos. Professores que denunciaram o caso ao diário e deram notas para a América TV "receberam reprimenda por parte do Ministério por terem feito declarações aos meios de comunicação", segundo Guillermo Parodi, líder da UTE. "Depois do episódio, os que falaram à imprensa tiveram que se apresentar diante de seus superiores para dar conta do que haviam dito. Isso é como voltar à Obediência Devida", lamenta.
Por outro lado, uma iniciativa do Ministério aponta para o caminho da escola democrática e com educação de qualidade que se pretende construir. "A cidade educa pelo diálogo" é uma proposta que a carteira de Mariano Narodowski porá em marcha em breve, segundo comunicado oficial do Ministério, e prevê a promoção de instâncias de diálogo como ferramentas de encontro, reconhecimento, aceitação e convivência com o outro para a resolução de conflitos. Trata-se de uma série de jornadas de reflexão para conversas com as crianças de escolas públicas e privadas da cidade, de todos os níveis educativos, sobre a recente greve dos grandes produtores argentinos do campo. Um porta-voz da imprensa do Ministério disse que "os alunos debaterão e aprenderão a resolver conflitos na escola, para que não tenham apenas as imagens dos últimos acontecimentos mostradas pela televisão".
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Ocupação da UnB
Ontem foi realizada uma assembléia com mais de mil estudantes. Os universitários decidiram mais uma vez manter a ocupação do prédio da reitoria, iniciada na quinta-feira 3, e realizar uma paralisação geral na próxima sexta-feira.
Para saber mais acesse:
http://www.ocupacaounb.blogspot.com/
http://forumdaocupacao.over-blog.com/
| Notícias relacionadas: Estudantes irão manter ocupação de reitoria da UnB Último Segundo - ... de Brasília (UnB) e estudante de Ciências Políticas, Danilo Silvestre, afirmou nesta quinta-feira que a ocupação da reitoria irá permanecer, pelo menos, ... Universitários de vários estados apóiam movimento de ocupação da ... Pressionado, reitor da UnB anuncia afastamento do cargo por 60 dias Estudantes da UnB rejeitam termo e mantêm ocupação |
| Pais de estudantes da UnB apóiam ocupação ComuniWEB - Cerca de 150 estudantes da Universidade de Brasília (UnB), segundo o Diretório Central de Estudantes da instituição (DCE), deram continuidade, hoje, ... |
| Estudantes ocupam gabinete do reitor da UnB Globo - Segundo a assessoria de comunicação da UnB, o reitor não estava no prédio no momento da ocupação. "É uma ocupação de indignação com a situação da UnB", ... |
| Mais de 100 estudantes mantêm ocupação da reitoria da UnB Agência Brasil - Brasília - Mais de 100 estudantes da Universidade de Brasília (UnB) ocupam desde o início da tarde de hoje (3) a reitoria da instituição. ... |
| Estudantes vão passar mais uma noite na reitoria da UnB Folha Online - Os universitários prometem manter a ocupação do prédio até que o reitor anuncie seu afastamento. Os manifestantes afirmam que foram cortadas a energia e ... |
| Estudantes exigem saída de reitor da UnB Estadão - "É uma ocupação de indignação com a situação da UnB", afirmou Adriano Dias, do Diretório Central de Estudantes (DCE). Segundo ele, os estudantes têm uma ... |
| Representante da UnB conversa com estudantes que ocupam reitoria Globo - Segundo informações dos estudantes que participam da ocupação, Pedro Sadi está em frente à reitoria e irá conversar com os estudantes dentro de poucos ... |
quinta-feira, 27 de março de 2008
Debate com Suplicy, Ivan Valente e Callegari na USP!
DEBATE: "Reforma tributária e o financiamento da educação"
Com a participação de:
Eduardo Suplicy (senador PT-SP)
Ivan Valente (deputado federal PSOL-SP)
César Callegari (membro do C.N.E. e Secretário de Educação de Taboão da Serra)
Dia 28 de março, sexta-feira, às 16 horas, no Auditório do Instituto Oceanográfico da USP
Praça do Oceanográfico, 191 - Campus da USP
Compareça e divulgue!
segunda-feira, 24 de março de 2008
Passeata Estudantil no RJ dia 28 de Março
Essa frase do estudante Luis Arthur da História da UFF, dita durante a reunião da Plenária dos Movimentos Sociais, realizada na noite dessa quarta, dia 19, no Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação, no Centro do Rio, dá bem o tom do que pretende o movimento estudantil no ato de 28 de março pelos 40 anos da morte de Edson Luís. A idéia é realizar a maior manifestação pública dos últimos tempos no Rio de Janeiro.
A discussão e planejamento do 28 de março foi o primeiro ponto de debate na reunião. Embora, a data corresponda ao Dia Nacional da Luta dos Estudantes, em função de nesse dia, no ano de 1968 ter sido assassinado pela ditadura militar o estudante Edson Luis, a Plenária dos Movimentos Sociais, que reúne entidades sindicais, comunitárias, estudantis, das mais diferentes tendências e temáticas, decidiu incorporar essa manifestação como prioridade. O eixo do ato é contra a violência dos governos. A proposta é envolver as diferentes bandeiras específicas de cada movimento nesse referencial.
"Esse é um ato contra a violência policial que mata nosso povo, contra a violência da falta de educação, de saúde, de terra, de trabalho. Contra a matança da população das favelas. Contra o caveirão. Por isso, todo mundo precisa trazer, no dia 28, tinta guache vermelha para pintar as ruas do Centro do Rio. Para mostrar simbolicamente para a população o sangue que a grande imprensa e nossos governantes querem esconder." - convoca Luis Arthur, que faz parte da comissão organizadora do ato.
A manifestação também pretende denunciar a hipócrita inauguração por parte do governador Sérgio Cabral e dos governos municipal e federal, de um busto em homenagem a Edson Luís. É em contraposição a isso e a falácia desses governos tão assassinos e autoritários quanto foram os do regime militar, que os movimentos sociais estão convocando essa grande passeata, que tem concentração marcada para meio-dia, na Candelária, Centro do Rio.
Além da violência e da criminalização da pobreza, outras bandeiras foram somadas ao ato, entre elas: a defesa do passe livre, da educação e saúde pública, da reforma agrária, das habitações dignas, da democratização da comunicação, contra as privatizações (como do petróleo e gás brasileiros)
Antes da passeata, foi marcada uma nova reunião para o dia 24 de março, segunda-feira, às 18h, no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ (IFCS), no Largo do São Francisco, Centro do Rio. A idéia desse encontro é ser um espaço para fechar os últimos detalhes da organização e agitar os movimentos para a semana que precisa ser de muito debate e mobilização.
Após da discussão dos 40 anos da morte de Edson, a Plenária dos Movimentos Sociais ainda debateu algumas questões organizativas que ficaram pendentes do Seminário realizado em 1º e 2 de março. Encaminhou-se responsáveis para começar a efetivar as comissões de comunicação, formação, cultura e juventude. Inclusive, a de comunicação, que começará montando um jornal do Seminário, tem seu primeiro encontro marcado para quarta, 26 de março, às 17h, na sede da ONG Justiça Global (Av. Beira Mar, 406, sala 1207, Centro do Rio). O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e a Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (ANDES-SN) assumiram a função de secretaria operativa da plenária.
A próxima reunião da Plenária dos Movimentos Sociais foi agendada para dia 2 de abril, quarta-feira, às 18h, no SEPE, Rua Evaristo da Veiga, 55, 7º andar, Centro do Rio. A discussão prioritária será a organização do Dia do Trabalhador, 1º de maio (já foram levantadas algumas questões, como se terá um ato único, se serão manifestações descentralizadas ou se pela manhã haverá atos diversos e a tarde um unificado). Além disso, a proposta é que se organize o calendário de luta conjunto dos movimentos sociais para abril, maio e junho.
É permitida (e recomendada) a reprodução desta matéria, só pedimos que seja citada a fonte.
Tags: Educação, Juventude, Movimentos Sociais
technorati: Educação, Juventude, Movimentos Sociais
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
As Lixeiras do Reitor
O marco histórico dessa falência são as lixeiras do reitor da Universidade de Brasília (UnB), Timothy Mulholland, que custaram aos contribuintes mais do que dois salários mínimos, cada uma. Pois nessas lixeiras de R$ 990,00 estão simbolizadas, mais do que o despudorado desperdício de dinheiro público em futilidades privadas, literalmente "privadas", a criminosa fraude educacional brasileira, que consiste em retirar recursos da Educação e da Ciência para sustentar a pequenez das vaidades pseudo-acadêmicas e pseudocientíficas.
Só falta dizer que as lixeiras serviram como instrumento para a realização de relevante pesquisa científica em prol do progresso da ciência e da nação.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Seminário: "A DEMOCRACIA PARTICIPATIVA PELA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA"
CONVIDAM:
Seminário: "A DEMOCRACIA PARTICIPATIVA PELA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA"
Este encontro tem como objetivo contextualizar o desenvolvimento dos órgãos e espaços que constituem a Democracia Participativa, impulsionada, especialmente, pelas mobilizações constituintes, mas que hoje se ressente por retrocessos provocados por omissões, abusos e prevaricações protagonizadas por amplos setores dos três poderes. As dificuldades para a organização, mobilização e consolidação da Democracia Participativa se ampliam, também, na sociedade civil, por ações corporativas de alguns e por escassez de debates e definições acerca de como se deve viabilizar e custear esta Democracia Participativa.
Objetiva-se, ainda, compartilhar esta reflexão com todos os demais movimentos sociais que ainda resistem na luta pela democracia, na tentativa de conjugar esforços para desfragmentar a mobilização social, no sentido de trilharmos um caminho único pela conscientizaçã
MESAS
09hOO Histórico, apresentação e reflexão sobre a proposta do ciclo de seminários
· Associação Popular de Moradores do Jardim Piratininga
· Fórum Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente
· Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente
10h00 Os movimentos Sociais hoje
· Movimento Social de Moradia
· Movimento Social de Saúde
· Movimento Social de Assistência Social
· Movimento Social da Criança e do Adolescente
11h20m Debate
13h00 Encaminhamentos
Iniciativa:
Associação Popular de Moradores do Jardim Piratininga
Realização:
Fórum Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Paulo e Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de SP
Apoios:
Associação dos Conselheiros Tutelares do estado de São Paulo, CEDECA Caminhos Ipiranga, UNAS União de núcleos , associações e sociedades de moradores de Heliópolis e São João Clímaco, Fórum DCA Regional do Ipiranga, Sindicato dos trabalhadores em empresas ferroviárias central do Brasil-Zona Leste, Fórum Regional DCA da região Sé
Data: 22/02/2008
Horário: 09h00 às 14h00
Local: Câmara Municipal de São Paulo
Sala Sérgio Vieira de Melo
1º Subsolo
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Banda larga para escolas públicas
larga a todas as 55 mil escolas públicas urbanas do país até 2010. O anúncio
foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na noite de
segunda-feira (11), durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e
televisão por ocasião do início do ano escolar.
"Nos próximos dias estaremos lançando, em parceria com a iniciativa privada,
um programa que, até 2010, levará internet em banda larga a todas as 55 mil
escolas públicas urbanas do país, um passo gigantesco no caminho da inclusão
digital e da qualificação do ensino", afirmou.
A medida consta no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado no
ano passado e já detalhado pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa.
educação. Aliás, é preciso debatermos para ver qual a melhor forma de
utilizar a Internet para a melhoria da educação e evitar que ela seja apenas
mais uma "muleta"
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Situação das escolas públicas revelada pela Prova São Paulo
situação das escolas públicas revelada pela Prova São Paulo, aplicada aos
alunos da rede municipal em novembro passado. Nada menos do que 15% dos 70
mil alunos que estavam na segunda série do Ensino Fundamental em 2007 eram
ainda analfabetos. Entre os 72 mil que cursavam a quarta série ainda estavam
2.880 analfabetos. Ou seja: 4% passaram de ano durante quatro anos letivos
sem saber ler e escrever.
O analfabetismo persiste até o fim do Ensino Fundamental, embora logicamente
os índices diminuam. Na sexta série, o índice de analfabetos é de 0,31%, o
que corresponde a 182 alunos, o equivalente ao contingente de cinco salas de
aula (a média é de 35 alunos por sala). Mesmo no último ano do Ensino
Fundamental, a Prova São Paulo detectou a presença de alunos que não sabem
ler e escrever: 0,06% dos 48 mil que fizeram a prova.
Para os alunos da segunda série foi aplicado um ditado. Para os das séries
seguintes, redação. No ditado, 71% tiveram desempenho considerado bom, mas o
índice de desempenho regular e insuficiente chegou a 27,5%.
Dos 72 mil alunos da quarta série que fizeram a redação, o índice de
desempenho é ainda mais alarmante: 44% tiveram desempenho regular e 44%
insuficiente. Apenas 11% tiveram um desempenho considerado bom.
Na sexta série, só 14% se saíram bem na prova de português. Dos 59 mil que
fizeram a prova, 85% tiveram desempenho insuficiente (43%) ou regular (42%).
A avaliação mostrou que os alunos chegam ao fim do Ensino Fundamental também
com baixo desempenho. Dos 48 mil que fizeram a prova, 86% tiveram avaliação
regular (50%) ou insuficiente (36%). Apenas 13% foram classificados como de
bom desempenho.
Apesar dos péssimos indicadores, o secretário da Educação, Alexandre
Schneider, disse que mesmo assim o resultado foi melhor do que em 2003,
quando uma pesquisa apontou em 30% as crianças que ainda eram analfabetas na
segunda série.
O lado bom da Prova São Paulo é que ele será usado para que a Prefeitura de
São Paulo organize um esforço para superar o problema. Todos os alunos
deverão receber reforço e as escolas terão o desempenho individual de cada
aluno.
- O objetivo é que todos os alunos tenham reforço escolar - afirmou o
secretário.
Schneider disse que São Paulo vai trabalhar para se antecipar à meta do
governo federal, que é atingir 100% de alfabetização já na segunda série do
ensino fundamental até 2022.
A Prova São Paulo foi aplicada nos dias 6 e 8 de novembro, com avaliação de
português e matemática. Dos 267 mil alunos das escolas municipais, 244 mil
fizeram a prova de português e 241 a de matemática.
Matemática
Além do fraco desempenho em Língua Portuguesa, os alunos da rede municipal
da capital também não foram bem em matemática. Ninguém alcançou os pontos
máximos da Prova São Paulo, realizada em novembro do ano passado, na rede
municipal para avaliar a qualidade do ensino na cidade. Dos 72,5 mil alunos
de quarta série que passaram pela avaliação, cerca de 20% tiveram desempenho
insuficiente. Eles tiveram nível de proficiência entre 100 e 125 numa escala
que varia de 100 a 375. Outros 63% tiveram desempenho entre 150 e 200 na
escala, que seria um desempenho regular. Acima disso, há apenas 16,6% dos
alunos.
No sexto ano do ensino fundamental, dos 58,7 mil alunos que fizeram a prova
de matemática, 42,8% ficam com um nível de proficiência entre 125 e 200,
entre insuficiente e regular. Outros 42,2% ficam com índice entre 225 e 275,
entre regular bom. Os que obtêm um bom desempenho são apenas 5%. Na oitava
série do ensino fundamental, dos 46,1 mil alunos que fizeram a prova, 13,5%
ficam com proficiência entre 175 e 200, mostrando que têm noção das
operações básicas. Outros 75,3% conseguiram uma classificação entre 225 e
275, entre regular e bom. Outros 11,1% conseguiram uma boa nota, entre 300 e
350.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Estudantes ocupam a reitoria da UNB, enquanto reitoria desvia verbas
Na semana passada, um grupo de estudantes procurou a reitoria para discutir sobre o alojamento estudantil. Porém, só foram recebidos/as pelo assessor do reitor, que sempre se desvinculava de qualquer compromisso sobre o assunto, sendo que nenhum resultado concreto foi obtido pelos/as estudantes nessa conversa. Entretanto, na mesma semana, tornou-se público o gasto irregular - segundo o Ministério Público - de quase R$500 mil na reforma do apartamento da reitoria (onde reside o reitor da UnB, Timothy Mulholland).
Diante desse novo fato, foi convocada uma Assembléia da Associação dos Moradores da Casa dos Estudantes (AMCEU), onde deliberarou-se uma manifestação, a qual resultou na ocupação da reitoria. As/os ocupantes aguardam a reitoria oficializar o comprometimento com as melhorias no CEU e, como um todo, na política de assistência estudantil da universidade. Enquanto os/as estudantes enfrentam as condições precárias de moradia, a reforma no apartamento da reitoria recebe novas aquisições como um novo "Home Cinema" de R$36 mil.
NOTA DO DCE UnB: Desvio de Verbas
Por DCE - UnB 26/01/2008 às 00:12
Não é de hoje que as fundações privadas mancham o nome da Universidade de Brasília. Seguindo os escândalos envolvendo o CESPE em fraudes de concursos públicos e lucros ilícitos, a FINATEC mostra de forma categórica que as fundações nunca atenderam os interesses da Universidade, sempre priorizando a lógica do mercado, visando o enriquecimento ilegal dos seus diretores.
Sabemos que a melhoria da UnB nunca foi prioridade para nosso o reitor Timothy Mullholand mas o que mais nos indigna como DCE e como estudantes é que enquanto encontramos laboratórios e salas de aulas precarizados, a Casa do Estudante (CEU) e apartamentos funcionais de professores e servidores (Colina) literalmente caindo aos pedaços, se gasta quase meio milhão para a reforma luxuosa de um apartamento.
Diante disso, o Diretório Central dos Estudantes da UnB exige uma auditoria independente das contas da FINATEC, com a participação do DCE, ADUnB e SINTFUB no intuito de acompanhar e averiguar os fatos. Exigimos também o afastamento de todos os envolvidos e até mesmo o reitor Timothy Mullholand, caso esteja arrolado no processo.
Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília
Gestão "Nada Será Como Antes"
Brasília, 23 de janeiro de 2008
URL:: http://www.dce.unb.br





