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terça-feira, 24 de maio de 2011

Testemunhos da Revolução na Espanha

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Manifestação da Marcha Mundial na Italia



Manifestação da Marcha Mundial na Italia

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Protesto cobre redução da tarifa de energia em Suzano

Protesto cobra a tarifa social da Bandeirante Energia em Suzano

Matéria publicada na edição: 7989
Data de:25/06/2008l
leia na íntegra:

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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Estudantes chilenos ocupam embaixada do Brasil


Estadão
Embaixada brasileira é ocupada em protesto estudantil no Chile
Estadão - 12 jun. 2008
CHILE - Um grupo de estudantes ocuparam a embaixada brasileira no Chile nesta quinta-feira, 12, em meio a protestos em várias cidades do país contra a Lei ...

AFP
Estudantes chilenos ocupam embaixada do Brasil em jornada de protestos
AFP - 12 jun. 2008
SANTIAGO (AFP) — Um grupo de estudantes ocupou a embaixada do Brasil no Chile nesta quinta-feira, em meio a uma jornada de manifestações em várias cidades ...
Estudantes pulam muro da embaixada do Brasil durante protesto no Chile
Globo - 12 jun. 2008
Um grupo de dez estudantes chilenos pulou, no início da tarde desta quinta-feira (12), o muro da embaixada brasileira em Santiago do Chile, ...
Estudantes chilenos ocupam Embaixada do Brasil
Correio da Bahia - 12 jun. 2008
SÃO PAULO - Um grupo de estudantes chilenos ocupou ontem a Embaixada do Brasil, em Santiago, durante protestos contra a Lei Geral de Educação _ promovida ...

AFP
Estudantes chilenos se acorrentam à Embaixada brasileira em protesto
Folha Online - 12 jun. 2008
Dois estudantes chilenos acorrentaram-se hoje à porta da Embaixada do Brasil em Santiago do Chile, durante protestos contra a Lei Geral de Educação (LGE), ...
Estudantes chilenos invadem embaixada do Brasil em Santiago O Globo Online
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Chile: 30 detidos numa marcha que reuniu milhares de estudantes ...
Jornal de Notícias - 12 jun. 2008
Santiago de Chile, 12 Jun (Lusa) - Trinta estudantes foram detidos hoje durante uma manifestação que reuniu milhares de alunos do ensino secundário e ...

AFP
Mais de 300 presos em protesto de estudantes chilenos
AFP - 28 mai. 2008
Em um dos mais violentos protestos desde as greves de 2006, os alunos de várias universidades e colégios reclamaram da pouca participação dos estudantes no ...
Um manifestante a ser detido pela polícia em Santiago, Chile SIC
Alunos e jornalista detidos no Chile por manifestação Fábrica de Conteúdos
todos os 13 relacionados »
Protesto estudantil no Chile termina com ocupação
Último Segundo - 12 jun. 2008
Uma manifestação em massa de estudantes do ensino médio e universitários chilenos, que protestaram hoje contra o projeto de uma nova Lei Geral de Educação ...

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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Informe da Ocupação da Votorantim

Ato no centro e ocupação da Votorantim:
 
Foram 300 pessoas de várias organizações, o pessoal da Frente de Apoio ao Vale do Ribeira, do Movimento Humanista, estavam o Juliano, Thiago Higa, Ivan e eu.
 
Nos reunimos na Educafro as 7:00 e depois fomos em direção ao prédio da Votorantim, o prédio foi ocupado por 100 manifestantes que ficaram por 40 minutos, até o momento em que a tropa de choque chegou, a polícia entrou, mas como o combinado foi que a ocupação fosse pacífica, em poucos segundos o prédio foi desocupado, não houve grandes tumultos, um pouco de gás lacrimogêneo e ameaça por parte da polícia. Não se revidou, pelo que vi ninguém chegou a se ferir. Nada foi quebrado, somente uma porta de vidro pela tropa, no intento de invadir o prédio. 
 
Cinco pessoas foram levadas para a delegacia, e por 2 horas a delegada tentou achar no código penal alguma infração que se encaixasse e pudesse pelo menos fichá-los... foram liberados e voltaram a tempo de se juntar ao final do Ato.Haviam mulheres que no momento da chegada da tropa, se colocaram em frente ao prédio, dentre elas uma grávida, isso sensibilizou a polícia, normalmente há muito mais violência neste tipo de intervenção... enquanto isso do lado de fora, todos cantavam.
 
Depois da desocupação, ficamos na escadaria do Teatro Municipal, estendemos faixas do Movimento, da Frente de apoio e de outras organizações, fizemos panfletagem, cantamos, pegamos assinaturas contra a construção da barragem de Tijuco Alto.  Foram feitos discursos sérios e alguns ilários com a presença do Oliver, que imitou o Silvo Santos (ele participou das jornadas anti-bush e frente de luta contra o aumento das passagens com agente) ahh.. e teve arte também, capoeira e confecção de bonequinhos de alumínio!!!
 
Fomos depois para a Praça da República onde o Ato terminou. Apesar da ocupação não ter sido como planejado, não vi tensão nem sentimento de derrota e sim alegria nos rostos e a vontade de que se façam mais interveções como estas foi expressada por muitos. Acredito que esta sensação não seria a mesma, se tivessemos revidado ou entrado em confroto com a policia.
 
Sentimos que se fizermos outras como estas, podemos ter como exemplo esta ocupação e a do Ibama.
 
Queremos que as pessoas saiam com a sensação de que podemos muito mais se nos organizarmos, não aquela em que as pessoas saem feridas, ressentidas. Se houver violência, nos retiraremos, como foi hj!
 
Queremos viver e não morrer por uma causa.
Isto é a NÃO-VIOLÊNCIA ATIVA!!!!
 
Muita paz, força e alegria
 

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terça-feira, 10 de junho de 2008

Protesto contra Tijuco Alto continua

Participantes da manifestação colhem assinaturas para a petição contra a emissão da licença para a barragem
Movimento Humanista, MAB, MOAB, MST, Coletivo Educador do Lagamar, Educafro, comunidades do Vale do Ribeira, Frente de Apoio ao Vale do Ribeira e muitos outros movimentos, grupos, organizações e comunidades difetentes continuam no centro de São Paulo, fazendo marchas, manifestações e recolhendo assinaturas para o abaixo-assinado contra a liberação da barragem de Tijuco Alto no Vale do Ribeira.

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segunda-feira, 31 de março de 2008

Moção contra Privatização da Vale

Nestes últimos dias temos assistindo as investidas da Vale, tanto na comunicação/TV como na justiça. E é de conhecimento de todos do processo movido pela Vale para impedir manifestações contra a companhia. Neste sentido vários advogados estão numa força tarefa preparando a contestação jurídica.

Pela defesa do direito a livre manifestação segue abaixo uma Moção preparada pelos advogados do MST e da Campanha de Nacionalização da Vale para adesões de todos/as que desejarem. Ao assinar e completar os dados (nome, documento e assinatura) enviar cópia da Moção para a Juíza no e-mail cap41vciv@tj.rj.gov.br com cópia para Ney dhmst@uol.com.br

É importante que as assinaturas cheguem até dia 7 de abril, data limite para a apresentação da contestação.

Bom trabalho a todos/as.
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EXMA. SRA. DRA JUIZA DA 41 VARA CIVEL
AV. ERASMO BRAGA 115 C/201 CASTELO
C.E.P.: 20020-903 - RIO DE JANEIRO - RJ

E-mail: cap41vciv@tj.rj.gov.br

Referente Processo nº 2008.001.062192-6

MOÇÃO PELO DIREITO UNIVERSAL DE MANIFESTAÇÃO E CONTRA A PRIVATIZAÇÃO
DA ESTATAL VALE DO RIO DOCE

A companhia estatal Vale do Rio Doce foi leiloada, em 1997, num
processo vergonhoso, por R$ 3,3 bilhões. Valor semelhante ao lucro
líquido da empresa, obtido no segundo trimestre de 2005 (R$ 3,5 bi),
numa clara demonstração do ataque ao patrimônio do povo brasileiro.
Desde então, cidadãos e cidadãs brasileiros vêm promovendo
manifestações políticas e ações judiciais que têm por objetivo chamar
a atenção da sociedade brasileira e sensibilizar as autoridades
competentes para anular o fraudulento processo licitatório.
Essas manifestações jurídicas e políticas ligam-se à luta dos povos
por seus Direitos, parte indissociável da história da humanidade.
Todos os Direitos do Homem foram conquistados pela mobilização dos
povos em prol de uma causa.

O grupo empresarial beneficiário da privatização, busca por todos os
meios evitar que o povo brasileiro debata esse processo, utilizando
dos mais variados instrumentos para confundir a opinião pública, as
autoridades e perseguir aqueles que defendem o interesse público.
Milhares são os brasileiros, em todo o território nacional, que, como
os manifestantes indicados na açao judicial, estão a lutar contra a
privatização da Companhia Vale do Rio Doce, buscando que ela volte a
ser do povo brasileiro.

A empresa tem conhecimento de que em breve será julgado no Superior
Tribunal de Justiça recurso que pode permitir a anulação da fraude
praticada, e busca criar fatos políticos como se fosse vítima de ações
ilegítimas, quando na verdade é ela a autora de um dos maiores crimes
praticados contra o povo brasileiro.

Foi com esse fim que a empresa buscou o Poder Judiciário (processo nº
2008.001.062192-6), utilizando-o como instrumento para a defesa de
objetivos escusos.

É nesse contexto que a decisão de V. Exa. se insere.

Nós, abaixo-assinados, somos igualmente participantes da Campanha
Nacional pela Anulação do Leilão da Vale. Para fazê-lo, não obedecemos
ordens de ninguém, senão de nossas próprias consciências. Pelo que a
acusação que os atuais detentores da Vale do Rio Doce fazem a outras
pessoas de serem responsáveis por nossas ações, não apenas é mentirosa
e injusta para com aqueles militantes, como ofensiva a nossa
dignidade, capacidade e direito de auto-determinação.

Acreditamos num Poder Judiciário garantidor do Estado Democrático de
Direito, no qual se insere o direito universal de manifestação.
Diante do acima exposto, pedimos a V. Exa. que reaprecie a liminar
deferida e dê, à petição apresentada pela empresa, a correta leitura
histórica, ficando ao lado do Povo Brasileiro, revogando a decisão.

(Nome completo/documento/assinatura)

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quarta-feira, 26 de março de 2008

Carta de Solidariedade ao Povo Tibetano

Frente aos acontecimento destas semanas no Tibet, as Regionais Humanistas e todos os humanistas de Europa, Ásia, América Latina e América do Norte condenam a violência e a repressão sangrenta por parte do regime da República Popular da China, contra os manifestantes de Lasa e muitas outras cidades tibetanas.
Estamos diante de acontecimentos análogos à repressão violenta desatada na Birmânia contra os monges budistas e a população desarmada, com mortos, feridos e fechamento de toda forma de informação interna e internacional.
Ao mesmo tempo, denunciamos a política dos EUA e de grupos armamentistas, próximos ao presidente Bush, por fomentarem, com base em interesses particulares, ações de separativismo e desestabilização entre populações de todo o mundo, arraigando-se em sentimentos profundos de identidade nacional, como em Kosovo e Sérvia, ou em Palestina e Israel, e fomentando uma divisão por interesses econômicos, como acontece na Bolívia.
Não será a voz dos políticos interessados na divisão e no enfrentamento que poderão abrir o futuro neste momento difícil. As questões fundamentais são: a defesa das raízes históricas de cada povo, o reconhecimento do direito de praticar as próprias crenças, religiões e culturas, e, sobretudo, obter uma saída diferente e válida como exemplo para toda a humanidade.
A separação de uma nação ou de um região pode ter sentido se os códigos, as ações, as intenções, não chegam a formas de isolamento ou de regressão, a formas antigas, que não na direção da humanização das relações entre os povos, até o real reconhecimento das diversidade e a real integração das culturas, nações e regiões que querem representar vanguardas na formação da Nação Humana Universal.
Para iniciar um processo realmente novo, é necessária a via da não-violência, porém isso necessita de uma cultura projetada para o futuro, um olhar do ser humano sem discriminação entre raças, com iguais oportunidades entre homens e mulheres, sem castas ou classes sociais, e capaz de priorizar o processo acima do interesse político imediato.
Como humanistas, pedimos aos governos, e líderes das facções opostas que se sentem para ouvir as diferentes necessidades e propostas e, entre a visão centralista e a nacionalista, tentem uma saída diferente, inventem uma saída a partir da visão "humanista".
Precisamos de novos elementos interpretativos para compreender a complexidade dos fenômenos sociais atuais.
Precisamos de paciência histórica para abrir este diálogo tão importante e urgente para toda a humanidade. Por isso, os humanistas vêm, por meio dos porta-vozes regionais e de uma delegação internacional das regiões Europa, América do Norte, América Latina e Ásia, propor-se a apoiar a mediação cultural entre o governo chinês e os líderes tibetanos.
Sem esse diálogo e essa perspectiva de construção, as mesmas relações internacionais entre China, EUA, Rússia e Europa, com seus mesquinhos interesses, poderiam producir um choque irreversible.
Aqui não estão em discussão as Olimpíadas, mas sim a possibilidade de dar uma resposta coerente à toda humanidade. Aqui estamos com humildade e esperança, juntos com todos os construtores de uma nova humanidade não-violenta.
Giorgio SchultzePorta-voz Europeu do Novo Humanismo
Tomás HirschPorta-voz do Humanismo para a América Latina
Sudhir GandotraPorta-voz do Novo Humanismo na Ásia-Pacífico
Chris WellsPorta-voz do Novo Humanismo na América do Norte

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segunda-feira, 17 de março de 2008

Mobilização mundial - 5 anos da invasão do Iraque

Ato contra as Guerras em São Paulo

Mobilização mundial - 5 anos da invasão do Iraque

América Latina sem Guerras e sem Violência

Dia 19 de março - a partir das 13h

Praça Ramos - em frente ao Teatro Municipal

Diversas organizações e manifestantes realizam na próxima quarta-feira, dia 19 de março de 2008, o ato contra as guerras, na Praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro Municipal. O ato faz parte da mobilização mundial pelo fim da invasão do Iraque pelas tropas norte-americanas, que completa 5 anos, e será realizada em mais de 40 cidades ao redor do mundo. Neste ano, além da reivindicação pelo fim da ocupação do Iraque, a mobilização tem o caráter de protesto contra a ação militar do governo colombiano (Álvaro Uribe), realizada no início do mês e apoiada pelo governo George W. Bush. Os manifestantes recolhem um abaixo-assinado para pedir a aplicação de sanções internacionais contra o governo colombiano de acordo às resoluções da OEA - Organização dos Estados Americanos (ver abaixo).

"Neste ano, a manifestação inclui mais um ponto de reivindicação e protesto: contra a ameaça da política militar do governo colombiano, apoiada pelos EUA, contra seus vizinhos do Equador e da Venezuela. Os povos da América Latina pedem que o continente continue sem conflitos bélicos e sem guerras entre países", afirma Alexandre Sammogini, jornalista, coordenador do Movimento Humanista e um dos organizadores do ato em São Paulo.

"O presidente de Colômbia, Álvaro Uribe, ao se associar estreitamente ao presidente Bush, não soube trazer a paz a seu próprio país e quer exportar sua lógica de guerra à região. A incursão armada de Uribe e a matança realizada em território equatoriano é inaceitável e deve ser sancionada pela comunidade internacional", afirma Tomás Hirsch, chileno, porta-voz do humanismo na América Latina..

No ano passado, o ato em São Paulo foi realizado na Praça Patriarca com uma ciranda pela paz

Neste ano haverá uma performance com a presença de bonecos e atores que representam "Bush e Uribe" (por volta das 14h30)

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quarta-feira, 12 de março de 2008

MAB faz ações em 9 estados e participa de audiência com o Ibama

Desde segunda-feira, com a ocupação dos trilhos de uma das principais ferrovias da mineradora Vale, o MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) e a Via Campesina realizaram atos e ocupações em 9 estados do país. Os protestos demarcam a passagem do Dia Internacional de Lutas contra as Barragens, celebrado no 14 de março, todos os anos.

Como resultado das manifestações feitas até agora, uma comissão do MAB e de representantes da região do Vale do Ribeira participaram de uma reunião com o presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Bazileu Margarido. Ficou marcada uma audiência para amanhã, às 14h, na sede do órgão. Os representantes do movimento pretendem levar a pauta dos atingidos por barragens de todo Brasil, em especial do caso de Tijuco Alto, pois, recentemente, o Ibama divulgou um parecer favorável à liberação da Licença Prévia da Usina.

O 14 de março é um dia de atos e protestos mundiais contra a construção de barragens, em defesa da vida e da natureza e pelos direitos dos atingidos. O objetivo das ações é reivindicar o direito dos atingidos, questionar o atual modelo energético e sensibilizar a população para o roubo no preço da energia

As atividades, até agora, são:

Em São Paulo, 600 integrantes do MAB, Via Campesina, de entidades populares, ambientalistas e sindicais ocuparam, hoje (12), pela manhã, a sede do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).Eles protestam contra o parecer técnico do Ibama favorável à liberação das obras da Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto (outras 3 barragens estão previstas para o local). Com a implementação da usina, cinco municípios da região do Vale ficarão debaixo d'água.

Na Paraíba, os agricultores trancaram, durante a manhã de hoje, a Br 104 (localizada a 6km da cidade de Campina Grande), em protesto contra o desrespeito aos direitos dos atingidos pela Barragens de Acauã, considerada  pelo MAB a pior situação social das famílias reassentadas por uma barragem no país. Por volta do meio-dia, os manifestantes deixaram o local, após marcarem uma audiência com a Secretaria de Recursos Hídricos do estado, na próxima quarta-feira.

Ontem(11), moradores de diversas comunidades da Grande João Pessoa realizaram uma mobilização diante do prédio da distribuidora SAELPA, para exigir o cumprimento da lei que garante a Tarafia Social de Energia.

No Paraná, Na UHE Salto Santiago, por volta das 8h de hoje, cerca de 650 integrantes do MAB e da Via Campesina trancaram a BR 158 e ocuparam o pátio da multinacional Tractebel Energia. O acampamento em frente a Usina iniciou ontem. Os agricultores protestam contra lei que os impede de viverem a menos de cem metros da mata ciliar no entorno do lago da barragem. Depois de terem sido expulsos pelo lago da barragem, agora mais uma vez correm o risco de perderem as terras.

Em Tocantins (divisa com Maranhão), o MAB e a Via Campesina trancaram, desde ontem, a entrada do canteiro de obras da Barragem de Estreito. Por volta das 23h30, o agricultor Welinton da Silva Silva levou um tiro na perna. Os movimentos acreditam que os disparos foram feitos por seguranças do Consórcio Estreito Energia (Ceste). Segundo relato, um carro tipo Uno, de cor cinza, entrou no acampamento, disparou vários tiros e foi embora. Mesmo após o episódio, a polícia se recusou a dar segurança ao acampamento.

No Ceará, Cerca de 700 atingidos pelas barragens de Castanhão, Jaguaribe e Macito Baturité, ocuparam, desde ontem, o canteiro de obras do Canal da Integração. Este canal constitui-se de um complexo de estação de bombeamento, canais, sifões, adutoras e túneis, que realizam a transposição das águas do Açude Castanhão para o Complexo Portuário e Industrial do Pecém, onde se localizam várias indústrias siderúrgicas. Para o MAB, esse canal representa a privatização da água. Hoje, Às 10h, uma comissão do MAB se reuniu com representantes do Incra, Dnocs, e do governo do estado.

Em Rondônia, ontem, 700 Atingidos ocuparam a Unidade Termelétrica Rio Madeira no Bairro Nacional, em Porto Velho. A manifestação tem como objetivo reivindicar da estatal Eletronorte a solução de problemas das famílias atingidas pelas barragens de Samuel, e das famílias ameaçadas pela construção do Complexo Madeira. Os manifestantes permanecem acampados hoje e esperam uma posição da estatal.

No Rio Grande de Sul, em Erechim, na manhã de hoje (12), cerca de 200 pessoas de vários municípios da região concentram-se em frente ao escritório da empresa Rio Grande Energia (RGE) para fazer a entrega da autodeclaração para fins de recebimento de desconto na tarifa de energia elétrica. Ontem, Moradores dos Bairros de Santa Isabel e Polígono 21 também foram até a RGE, entregar as autodeclarações.

Ainda no norte do Rio Grande do Sul, na manhã de ontem (11), cerca de 400 pessoas iniciaram uma manifestação na entrada da Usina Hidrelétrica de Machadinho, hoje operada pela Tractebel, a maior empresa privada de geração energia no Brasil. Os agricultores reivindicam a solução dos problemas deixados pela construção da usina, pois passados seis anos do fechamento das comportas para o represamento da água, problemas de toda ordem ainda afetam a vida dos moradores. Eles reivindicam investimento na infra-estrutura das comunidades, solução para problemas ambientais, melhora na qualidade de energia, diminuição da tarifa de energia elétrica e questões referentes ao desenvolvimento regional.

No final da manhã de hoje, os integrantes do MAB e da Via Campesina se dirigiram até a cidade de Maximiliano de Almeida/RS, onde fizeram um ato de encerramento conclamando toda a população a se reunir novamente no próximo dia 9 de abril, para uma audiência pública, a fim de que os responsáveis pela obra encaminhem soluções para os problemas ainda existentes

Em Santa Catarina, município de Chapecó, durante o dia de ontem, cerca de 300 atingidos pela Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó se reuniram para debate e entregaram a pauta de reivindicações ao consórcio responsável pela construção da obra.

Em Minas Gerais, além da ação nos trilhos da Vale na segunda-feira (10), hoje, moradores de bairros periféricos de Belo Horizonte, fazem um ato em frente à Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), para pressionar pelo cumprimento da liminar expedida pelo Tribunal Regional Federal, baseada na lei 10.438/02, que garante que as famílias que consomem até 220Kwh/mês de energia elétrica possam receber os descontos referentes à Tarifa Social Baixa Renda na conta de luz.

Setor de Comunicação
Movimento dos Atingidos por Barragens
fone/fax: (61) 3386-1938
www.mabnacional.org.br

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

MANIFESTAÇÃO CONTRA A TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO

20/01/ 08 - 13HS - SÃO PAULO /SP

Manifestação com a presença de D. Cappio em frente à Igreja de São Judas.
(Av. Jabaquara, 2682 - próximo ao metrô São Judas)

14 horas - O bispo celebrará missa na Igreja.

Contra a transposição do São Francisco!

Estamos com D. Cappio neste dia 20/01

Comitê paulista contra a transposição do rio São Francisco: Fórum das Pastorais Sociais da Arquidiocese de São Paulo - Sefras (Serviço Franciscano de Solidariedade) - Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas) - Intersindical - MRNV ( Movimento Revolução Não-Violenta), Abra (Associação Brasileira de Reforma Agrária) - Plínio de Arruda Sampaio - Sindicato dos Bancários da Baixada Santista e região - Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Estado de SP (Sintrajud) - Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de SP (Sinsprev) - mandato popular do deputado estadual Raul Marcelo - mandato popular do deputado federal Ivan Valente - PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) - PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) - CEBs (Comunidades Eclesiais de Base da Arquidiocese de São Paulo) - PCB(Partido Comunista Brasileiro) - PH (Partido Humanista do Brasil) - Refundação Comunista.

Neste dia 20 de janeiro estaremos juntos com D. Luiz Flávio Cappio em mais um ato contra a transposição do rio São Francisco. Nos somamos a essa luta porque a população brasileira precisa saber que a alteração do curso das águas promovida pelo governo Lula tem como verdadeiro objetivo beneficiar grandes exportadores da região nordeste do país. Criadores de camarão, plantadores de algodão colorido e empreiteiros é que vão se dar bem com essa obra que vai tirar bilhões de reais das áreas sociais.

Como bem disse o bispo ao encerrar uma segunda jornada de greve de fome, "o governo Lula morreu, estamos no governo Inácio da Silva". Um governo que foi eleito e reeleito pelo povo, mas se somou ao projeto das elites desde o início do primeiro mandato.

A transposição já consumiu 370 milhões de reais dos cofres públicos. Até 2010, o governo pretende gastar 5 bilhões nessa obra, a maior parte para o pagamento de empreiteiras privadas. A propaganda de que a transposição levará água àqueles que morrem de sede no Nordeste é mais uma enrolação. Apenas 5% da superfície do semiárido será atingida pela obra. Nenhuma das barragens da região do Seridó, por exemplo, onde o quadro das secas é mais acentuado no Rio Grande do Norte, receberá as águas da transposição. É a indústria da seca moderna.

Por isso, contamos com a sua presença neste ato, em defesa da sobrevivência do rio São Francisco e do povo que dele precisa. Diga não à transposição.

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quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Manifestações por democracia e transparência nas concessões de rádio e TV

 

Em São Paulo, o ato acontecerá na Avenida Paulista. A concentração terá início às 12h, em frente ao prédio da Gazeta (av.Paulista, 900), passará pelo Masp e terminará em frente ao prédio do Grupo CBS (esquina da Paulista com a Rua Augusta), onde ficam as rádios Scalla, Kiss, Mundial, Terra e Tupi, esta última com outorga vencida há 17 anos!

Intervozes
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